“O que me preocupa não é o grito dos violentos, nem dos corruptos, nem dos desonestos, nem dos sem caráter, nem dos sem ética, o que mais me preocupa é o silencio dos bons.”
Tempo dificil, pátria expulsora O Campo, os animais o solo. Ultimo olhar na lavoura. II De saudades morrer E nunca mais ser feliz O Nono cansado Partiu contrariado III Trantaseigiorni di machina Singrando os mares bravios Uma mala, pouca traia Aportar esperanças no Brasil IV Olhos marejantes, olhar perdido Porão do medo, incerteza e solidão Braços fortes, coração em pedaços In questa terra criar novos laços. Ligabò
SAUDADE I Sentimento que não se explica Que chega e insta em querer ficar É dor que não se procura Doença que não tem cura Que mora no coração. II Fantasia e realidade Presença e ausência As vez faz bem as vez mal Todo mundo quer sentir Quem nega insiste em mentir Ligabó
I Meus versos ficarão eu sei E um dia serão lidos por alguém O que pensarão naquele momento O que sentirão naquele instante II Quem lê uma poesia penetra Nos sentimentos do poeta Como alguém que tenta conhecer O Poeta pelos seus versos Sem tê-lo e podê-lo ver III Como alguem que tenta Ao poeta pelos sentimentos Em algo poder A si mesmo compreender. Ligabo
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